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A essência
dessa atividade foi concebida em 1995, com a primeira
iniciativa da AMUNAM em combater e prevenir a violência
e o abuso sexual, apoiada pelo Fundo das Nações
Unidas para a Infância (Unicef). Mas foi em 2002
que ele tomou a forma atual. Em seguida com ao apoio do Instituto WCF-Brasil, através
do Projeto Deixando Marcas, disseminando a metodologia
considerada exitosa no atendimento as meninas na AMUNAM,
para nove municípios atendidos: Nazaré da
Mata, Aliança, Carpina, Lagoa do Carro, Itaquitinga,
Lagoa de Itaenga, Paudalho, Tracunhaém e Timbaúba.
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O
Projeto subdivide em cinco módulos de atividades:
oficinas de sensibilização, oficinas
com temas específicos, oficinas de aprofundamento,
seminários de avaliação e
a tarefa final formulação e execução
de um “Projeto de Intervenção” de
acordo com a necessidade do público beneficiado
de cada profissional. Para participar do Projeto,
os municípios devem apresentar estrutura
de atendimento de crianças e adolescentes,
com Conselhos instalados e em atividade.
O objetivo do Projeto é formar
educadores sexuais, ou seja, pessoas sensibilizadas que
abordem a sexualidade com clareza, de forma sadia, despidas
de preconceitos e tabus. Para os profissionais é incentivado
que os assuntos afins permeiem todo o conteúdo
escolar de forma que sejam tratados nas aulas de biologia,
matemática, português, ciências, assim
como é recomendado pelo Parâmetro Curricular
Nacional (PCN).
Dessa forma, o Deixando Marcas, contempla
uma das diretrizes estabelecidas no Plano Nacional de
Enfrentamento da Violência Sexual Infanto-Juvenil,
a qual propõe que os profissionais que trabalham
em programas de atendimento devam passar por capacitações
teórica e metodológica.
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